sábado, 5 de fevereiro de 2022

VEM DEGUSTAR ALMODÓVAR E CINETOUR AFETIVO

               ALMODÓVAR E CINETOUR AFETIVO NA PROGRAMAÇÃO CULTURAL 


Vem degustar essa programação cultural cheia de surpresas para celebrar o centenário da Semana de Arte Moderna de 22. Decubra novos desejos ao ver um filme de Pedro Almodóvar e também permita-se conhecer outras cidades de Santos dentro de você. Participe da programação da produtora da experiência do cinema #RicciFilmes e do #CineclubeLanternaMágica da #unisanta ... Liberte-se das amarras que te informam que o tempo é apenas cronológico, somos mais que seres que precisam produzir sentidos dentro ou fora da caixinha. Você pode ampliar sua zona de conforto ao invés de ficar buscando loucamente sair dela. Entendemos que conforto é quando aquilo que te dá prazer pode expandir o teu ser!!! Só vem e traga os seus afetos...

18/02 – 18h >> Sessão Especial “Cinema, o Moderno e seu Avesso”
Sessão especial com exibição e debate de “Madres Paralelas”, o novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, com entrada gratuita. A exibição do filme será via streaming NetFlix e apenas para quem estiver presente na Sala Maurice Legeard de Cinema. Já o debate poderá ser acompanhado a partir das 20h, tanto presencialmente como on line pelo canal www.youtube.br/unisantaweb
e pela página www.facebook.com/cineclube.lanternamagica.


//////////////////////////////////////////////////////




19/02 – 16h30
>> O que é o CineTour Afetivo - Cinelândia Santista?
É uma cine imersão e passeio cultural ao ar livre, de ocupação da cidade a partir do afeto de alguns pontos cinematográficos da orla de Santos e da Cinelândia Santista. Em 2h de caminhada, o grupo vai visitar locações que serviram como cenários de filmes e séries e, mais do que isso, irá conhecer pontos de turismo histórico cultural e onde existiram as antigas salas de cinema e também as atuais salas que ainda resistem na região conhecida como Cinelândia Santista.







sexta-feira, 25 de junho de 2021

Navegue pelos sabores de 'Rosa e Momo'

 Corre que ainda dá tempo de ver o filme 'Rosa e Momo' antes do próximo episódio do Cinapse Cast que irá abordar a questão dos refugiados e a imigração contemporânea!



E para você saborear ainda mais este universo, separamos algumas dicas para você!

Vamos começar com dicas de filmes, claro.


Happy end


A cidade onde envelheço


Estive em Lisboa e lembrei de você

Depois destas dicas M A R A V I L H O S A S vamos para o maravilhoso professor Heinz Dieter Heidemann, professor da USP que estuda a  mobilidade do trabalho, migrações, crise social, história do pensamento geográfico, paisagem, geografia e literatura (em especial: João Guimarães Rosa), sertão mineiro e Nordeste do Brasil.



Agora se você é mais do tipo que gosta de sentar e ler um bom livro, temos este aqui para te indicar:



'Minha casa é onde estou' de Igiaba Scego


Agora, se bateu aquela fome nós temos uma receita de doce árabe deliciosa chamada Maamoul.




Ingredientes

  • 1 kg de semolina

  • 2 xícaras (chá) de manteiga sem sal derretida e fria

  • cerca de ¾ de xícara (chá) de leite

  • 1 colher (chá) de água de flor de laranjeira

Recheio:

  • 350 g de tâmaras moídas no processador

  • 1 colher (chá) de água de flor de laranjeira



Modo de preparo

  • Coloque a semolina numa tigela e acrescente a manteiga aos poucos.

  • Misture bem e deixe descansar até o dia seguinte.

Recheio:

  • Numa tigela, misture as tâmaras com a água de flor de laranjeira e reserve. Junte o leite, aos poucos, à massa de semolina, amassando muito bem.

  • Abra pequenas porções de massa sobre a palma da mão, coloque o recheio e feche muito bem.

  • Faça uma bolinha, envolva em semolina e coloque em colheres de madeira próprias, para dar os formatos.

  • Retire das colheres e disponha numa fôrma (não é necessário untar).

  • Leve ao forno médio (170ºC), até que comece a dourar.

  • Depois de assado, envolva o doce em açúcar refinado.

E para finalizar com chave de ouro, a música do palestino Jowan Safadi, 'The police song' que você pode escutar através deste link -> https://youtu.be/_TVyZjuowwA







Sabores de 'Rosa e Momo'

               Olha só quantos sabores do filme 'Rosa e Momo' você pode experimentar até o nosso próximo episódio do #cinapse_cast que irá abordar a questão dos refugiados e a imigração contemporânea através deste filme



 

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Crip Camp: A revolução pela inclusão



    Já imaginou ir num acampamento, onde o amor é livre e não haja diferença no tratamento para seus frequentadores? Jovens e adultos, com e sem deficiência convivendo sem diferenciação? Tudo isso durante os anos 50 e 70, nos Estados Unidos? Conseguiu imaginar isso? É essa a proposta do documentário que da título a esse texto.

    Durante 1951 e 1977 o acampamento “Jened” recebeu pessoas com qualquer tipo de deficiência, seja física ou intelectual, tornando-se um oásis da sociedade para esses jovens ser quem eles eram. Sem a superproteção familiar, podiam em rodas de amigos compartilhar suas angústias, reclamar como se sentiam sufocados pelas suas famílias e em alguns casos podiam enfim ter convivência social, já que muitas vezes eram escondidos por suas próprias famílias.



    O acampamento Jened foi o responsável por dar o pontapé inicial no movimento americano pelos direitos das pessoas com deficiência na década de 1970. É nesse ponto que o documentário se torna tão necessário e essencial em 2021, pois apesar de agora ter rampas de acesso na esquina, botões em braile no elevador e crianças com deficiência serem aceitas na escola ao invés de ficarem escondidas em casa, estamos muito aquém do que é necessário e que fazer o mínimo como se fosse o máximo é o que deve ser mudado.

    O documentário mostra com muita sensibilidade e nas doses corretas a mensagem da inclusão social como deve ser em sua quase utopia junto com histórias de lideres dos direitos civis americanos.

    Num ano pandêmico, a Netflix entrega o que é mais necessário para o atual momento: esperança



Texto de Ronaldo Júnior, aluno de Jornalismo da UNISANTA

Cléo das 5 às 7

    


     Cleo das 5h às 7h é um filme que fala muito dizendo pouco. A história de uma mulher que se nega a saber o resultado de um exame terminal de câncer enquanto vivemos com ela, a sua angústia nessas duas horas de filme

    Podemos imaginar que o filme é melancólico, afinal tratar de uma doença tão devastadora é natural que isso aconteça, porém não é desta forma que tudo foi retratado. Ao colocar Cléo em circulação por Paris em uma das tardes mais angustiantes de sua vida, a diretora consegue manipular a perspectiva do público e também de sua personagem, não atiçando um pesar passivo pela doença, mas redescobrindo e revendo diversas coisas de sua vida.



    Sentimos o que se passa na cabeça da personagem através dos detalhes na direção, há momentos em que vemos a protagonista diante de diversos espelhos, refletindo junto com a protagonista sobre o que se passava em sua cabeça. Existem outros momentos que a câmera mostra objetos e momentos em que algo de sorte poderia acontecer, contrastando com a trilha sonora.

    O filme é da década de 50, porém esse tipo de mostra, de tema, continua atual ainda hoje, falar e flertar com a morte é algo muito tabu nos dias de hoje e o filme trata disso de forma leve (dentro do possível) e bem reflexiva.




Texto de Ronaldo Júnior, aluno de jornalismo da UNISANTA.


segunda-feira, 21 de junho de 2021

Denúncia Vazia e os diversos sabores da 'Terra Brasilis'

 


    Denúncia Vazia é um filme orgulhosamente dirigido por Adélia Sampaio, a primeira mulher a produzir um longa metragem no Brasil. O filme fala sobre um casal de idosos que recebe uma notificação de despejo e decide cometer suicídio. De forma simples e voraz, Adélia Sampaio nos mostra os diversos abismos que o nosso país possui.
    Para entendermos melhor essa Terra Brasilis selecionamos alguns sabores para você experimentar e saber que existe:

]
Que horas ela volta?


Juventude

Carandiru

    Além deste material audiovisual, temos o historiador, advogado e professor universitário Jessé de Souza que estuda principalmente a desigualdade social no Brasil.


    Agora, se você prefere ir mais ainda direto ao ponto, temos o livro da pensadora Sueli Carneiro para te indicar!

Eta livro bão!

    Para saborear a nossa Terra Brasilis de uma forma mais intensa temos o famoso Cuzcuz.


    Você sabia que o Cuzcuz ou 'alcuzcuz' é um prato tipicamente africano? No Brasil colonial, o cuzcuz era a principal alimentação das famílias pobres e de escravizados.

Confira a receita desta comida que é um dos símbolos da resistência do povo negro.

Ingredientes

  • 1 xícara de farinha de milho flocada ou flocos de milho pré-cozidos
  • 1/2 xícara de água filtrada
  • 1/2 colher (chá) de sal


Modo de preparo

Passo 1. Em uma vasilha funda, adicione a farinha de milho.

Passo 2. Em seguida, adicione metade da água, e misture com uma colher. Adicione a outra metade e misture mais um pouco.

Passo 3. Cubra a vasilha com um pano de prato e deixe a farinha hidratar, por cerca de 10 minutos.

Passo 4. Com o auxílio de um garfo, solte a farinha de milho na vasilha.

Passo 5. Separe uma cuscuzeira, mas caso não a possua, use uma panela a vapor. Encha com água, o suficiente para cozinhar o cuscuz -- atente-se para que a água não encoste na grande de separação. Em seguida, adicione a farinha de milho e tampe.

Passo 6. Deixe cozinhar por cerca de 10 a 15 minutos. Em seguida, solte-o com um garfo e sirva.

    Se você é daqueles que gosta de ouvir uma música boa enquanto cozinha, então escute a música 'Corra', do rapper Djonga, através deste link -> https://youtu.be/QcJ9oxMj6JI


     Até o próximo sabor!