ALMODÓVAR E CINETOUR AFETIVO NA PROGRAMAÇÃO CULTURAL
sábado, 5 de fevereiro de 2022
VEM DEGUSTAR ALMODÓVAR E CINETOUR AFETIVO
sexta-feira, 25 de junho de 2021
Navegue pelos sabores de 'Rosa e Momo'
Corre que ainda dá tempo de ver o filme 'Rosa e Momo' antes do próximo episódio do Cinapse Cast que irá abordar a questão dos refugiados e a imigração contemporânea!
'Minha casa é onde estou' de Igiaba Scego
Agora, se bateu aquela fome nós temos uma receita de doce árabe deliciosa chamada Maamoul.
Ingredientes
1 kg de semolina
2 xícaras (chá) de manteiga sem sal derretida e fria
cerca de ¾ de xícara (chá) de leite
1 colher (chá) de água de flor de laranjeira
Recheio:
350 g de tâmaras moídas no processador
1 colher (chá) de água de flor de laranjeira
Modo de preparo
Coloque a semolina numa tigela e acrescente a manteiga aos poucos.
Misture bem e deixe descansar até o dia seguinte.
Recheio:
Numa tigela, misture as tâmaras com a água de flor de laranjeira e reserve. Junte o leite, aos poucos, à massa de semolina, amassando muito bem.
Abra pequenas porções de massa sobre a palma da mão, coloque o recheio e feche muito bem.
Faça uma bolinha, envolva em semolina e coloque em colheres de madeira próprias, para dar os formatos.
Retire das colheres e disponha numa fôrma (não é necessário untar).
Leve ao forno médio (170ºC), até que comece a dourar.
Depois de assado, envolva o doce em açúcar refinado.
Sabores de 'Rosa e Momo'
quarta-feira, 23 de junho de 2021
Crip Camp: A revolução pela inclusão
Já imaginou ir num acampamento, onde o amor é livre e não haja diferença no tratamento para seus frequentadores? Jovens e adultos, com e sem deficiência convivendo sem diferenciação? Tudo isso durante os anos 50 e 70, nos Estados Unidos? Conseguiu imaginar isso? É essa a proposta do documentário que da título a esse texto.
Durante 1951 e 1977 o acampamento “Jened” recebeu pessoas com qualquer tipo de deficiência, seja física ou intelectual, tornando-se um oásis da sociedade para esses jovens ser quem eles eram. Sem a superproteção familiar, podiam em rodas de amigos compartilhar suas angústias, reclamar como se sentiam sufocados pelas suas famílias e em alguns casos podiam enfim ter convivência social, já que muitas vezes eram escondidos por suas próprias famílias.
O acampamento Jened foi o responsável por dar o pontapé inicial no movimento americano pelos direitos das pessoas com deficiência na década de 1970. É nesse ponto que o documentário se torna tão necessário e essencial em 2021, pois apesar de agora ter rampas de acesso na esquina, botões em braile no elevador e crianças com deficiência serem aceitas na escola ao invés de ficarem escondidas em casa, estamos muito aquém do que é necessário e que fazer o mínimo como se fosse o máximo é o que deve ser mudado.
O documentário mostra com muita sensibilidade e nas doses corretas a mensagem da inclusão social como deve ser em sua quase utopia junto com histórias de lideres dos direitos civis americanos.
Num ano pandêmico, a Netflix entrega o que é mais necessário para o atual momento: esperança
Texto de Ronaldo Júnior, aluno de Jornalismo da UNISANTA
Cléo das 5 às 7
Cleo das 5h às 7h é um filme que fala muito dizendo pouco. A história de uma mulher que se nega a saber o resultado de um exame terminal de câncer enquanto vivemos com ela, a sua angústia nessas duas horas de filme
Podemos imaginar que o filme é melancólico, afinal tratar de uma doença tão devastadora é natural que isso aconteça, porém não é desta forma que tudo foi retratado. Ao colocar Cléo em circulação por Paris em uma das tardes mais angustiantes de sua vida, a diretora consegue manipular a perspectiva do público e também de sua personagem, não atiçando um pesar passivo pela doença, mas redescobrindo e revendo diversas coisas de sua vida.
Sentimos o que se passa na cabeça da personagem através dos detalhes na direção, há momentos em que vemos a protagonista diante de diversos espelhos, refletindo junto com a protagonista sobre o que se passava em sua cabeça. Existem outros momentos que a câmera mostra objetos e momentos em que algo de sorte poderia acontecer, contrastando com a trilha sonora.
O filme é da década de 50, porém esse tipo de mostra, de tema, continua atual ainda hoje, falar e flertar com a morte é algo muito tabu nos dias de hoje e o filme trata disso de forma leve (dentro do possível) e bem reflexiva.
segunda-feira, 21 de junho de 2021
Denúncia Vazia e os diversos sabores da 'Terra Brasilis'
- 1 xícara de farinha de milho flocada ou flocos de milho pré-cozidos
- 1/2 xícara de água filtrada
- 1/2 colher (chá) de sal
Passo 1. Em uma vasilha funda, adicione a farinha de milho.
Passo 2. Em seguida, adicione metade da água, e misture com uma colher. Adicione a outra metade e misture mais um pouco.
Passo 3. Cubra a vasilha com um pano de prato e deixe a farinha hidratar, por cerca de 10 minutos.
Passo 4. Com o auxílio de um garfo, solte a farinha de milho na vasilha.
Passo 5. Separe uma cuscuzeira, mas caso não a possua, use uma panela a vapor. Encha com água, o suficiente para cozinhar o cuscuz -- atente-se para que a água não encoste na grande de separação. Em seguida, adicione a farinha de milho e tampe.
Passo 6. Deixe cozinhar por cerca de 10 a 15 minutos. Em seguida, solte-o com um garfo e sirva.
Se você é daqueles que gosta de ouvir uma música boa enquanto cozinha, então escute a música 'Corra', do rapper Djonga, através deste link -> https://youtu.be/QcJ9oxMj6JI
Até o próximo sabor!

























